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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Websites hackeados em Moçambique

No dia 31 de Julho de 2017 foi verificado um hack[1] ao Website do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE). Este evento veio despertar a necessidade de se investir muito mais no quesito Segurança da Informação em Moçambique.
Linux Torvalds, o desenvolvedor do Núcleo dos Sistemas Operativos (distribuições) Linux disse:
"Bad programmers worry about the code. Good programmers worry about data structures and their relationships."
Dispertando os programadores de sistemas informáticos da necessidade destes se preocuparem com as estruturas de dados e seus relacionamentos e não somente com o código. Nota-se, nos dias de hoje em Moçambique uma avalanche de programadores, mas será que estes tem em conta o desenvolvimento seguro?
Outro factor que deve estar por de traz deste problema, é o local onde o Website estava hospedado. Será que os administradores de sistemas (SysAdmins) salvaguardaram todos os parâmetros de segurança na configuração e principalmente manutenção dos seus servidores Web?
Estranhamente outro Website (http://mhnm.uem.mz/), por sinal hospedado no mesmo local que o anterior, foi atacado pelo mesmo hacker (pirata informático) que se autoapelida Pri Nce. Ao abrir os Websites mencionados é carregada uma página Web conforme a imagem abaixo.
Todo hacker gosta de deixar vestígios, isso massageia o seu Ego, e este não fez diferente. Abaixo tem um link para a página sua rede social Facebook: www.facebook.com/amir.henni.3.

Felizmente o hack “foi ultrapassado” e hoje (1/8/2017) o Website do STAE está online, o mesmo ainda não aconteceu com o webite da mhnm.




[1] Hack é uma forma de pirataria informática, onde o atacante toma possa do recurso informático.

terça-feira, 23 de maio de 2017

4ª Edição da Moztech - 2017




Moztech é a uma das maiores feira de tecnologias de informação e comunicação de Moçambique, criada em 2014, com objectivo de contribuir para o desenvolvimento e transformação do país, colocando a tecnologia ao serviço do seu povo. Fonte: http://www.moztech.co.mz/index.html

Em 2017 irá decorrer de 24-26 de Maio no Centro de Conferências Joaquim Chissano e contará como a presença de oradores como Jorge Nhambiu (Ministro da Ciência e Tecnologia Ensino Superior Tecnico Profissional), António A. Henriques (Presidente da Camara Municipal de Viseu em Portugal) e muitos outros.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Vírus WannaCry faz vítimas em Moçambique e no mundo

Vírus WannaCry faz vítimas em Moçambique e no mundo

O Wannacry é o código malicioso (malware) categorizado como um ransomware que está a fazer vítimas à infraestruturas informáticas diversas em Moçambique e no mundo.
Antes de mais, é importante falarmos sobre o termo ransomware para ilucidar aos leitores que não estão familiarizados com o termo.
Ransomware é um tipo de malware que sequestra o computador da vítima e cobra um valor em dinheiro pelo resgate, geralmente usando a moeda virtual bitcoin, que torna quase impossível rastrear o criminoso que pode vir a receber o valor. Este tipo de "vírus sequestrador" age codificando os dados do sistema operative de forma com que o usuário não tenham mais acesso, segundo (Cardoso, 2016).
 A nova versão (2.0) deste malware que outrora em já havia feito vítimas, WannaCry de nome completo WannaCrypt está disponível. A Europol qualificou o impacto deste mal como “sem precedentes” e algumas medidas já forma tomadas pelos especialistas de TI no sentido de desacelerar a propagação deste mal, como por exemplo a aquisição do domínio principal através do qual o malware se propagava.

Como evitar este mal?

Muitas vezes o Wannacry tem acedido ao sistema computacional da vítima com recurso a técnicas de Phishing Scam (captura de dados através de fraude para propiciar posteriores ataques) associado a Backdoors (abertura de portas de acesso para invasões) e outras técnicas de invasão.
Para evitar este mal a equipa a Tech-Update-Moz preparou algumas "dicas" que o ajudarão no dia-a-dia.
1ª dica: Actualizar o seu sistema operativo, principalmente se for Windows XP ou Server 2003.
2ª dica: Não abrir emails de desconhecidos, se necessário passe o mouse sobre o link para ver a proveniência dele, mas nunca abra conteúdo e /ou emails desconhecidos.
3ª dica: Não execute conteúdo de fontes suspeitas. Hoje em dia, redes sociais, sites de pornografia, aplicativos de Chat, Emails, sites de download grátis, etc, tem sido fonte destes conteúdos. Evite executar esses conteúdos.
5ª dica: Use ferramentas de segurança: Instale e mantenha actualizado o seu Antivirus, Internet Security, Firewall, Proxy, etc, no sentido de manter o seu sistema computacional "blindado" para este mal. Havendo necessidade, reveja as políticas de acesso as redes externas (e.g. Internet) na sua rede local.
6ª dica: O foco deste malware são os ficheiros portanto, mantenha as cópias de segurança (backups) sempre actualizados, e mais importante, teste esses backups para verificar se estão funcionais.
7ª dica: Se for administrador de sistemas ou responsável de segurança, eduque os seus utilizadores através de Emails ou outros mecanismos de interação dentro da sua organização sobre os perigos acima mencionados.

Há relatos de que este malware já tenha feito vítimas a empresas de renome em Moçambique, no entanto por questões de ética não podemos aqui mencionar os nomes.


FonteCardoso, P. (2016, 06 01). Techtudo. Retrieved from O que é Ransomware?: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/06/o-que-e-ransomware.html

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Centros de Formação Média e Superior na área de Tecnologias de Informação e Comunicação em Moçambique


É neste período do ano que os “recém-graduados” do ensino  técnico ou secundário geral procuram alternativas às universidades públicas UEM e UP cujo acesso é mediante exame de admissão. Hoje em dia, já se quebrou o esteriótipo de que somente as univerdades públicas formam quadros de qualidade, portanto, aproveite o tempo e a idade para investir na formação pois a academia “apenas” dá as bases, mas o processo de ensino é auto-desenvolvido pela busca constante de conhecimentos (investigação) e aplicação dos mesmos (prática).

Neste artigo, pretendemos apresentar os centros de formação que leccionam  cursos superiores e médios na área de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em Moçambique. Segundo o Portal do Governo de Moçambique (visitado a 30 de Janeiro de 2017), o número de Instituições de Ensino Superior é de 23 de entre Públicas (11) e Privadas (12).

Esperamos que faça bom uso da informação aqui constante e invista sempre na formação.

INSTITUIÇÕES SUPERIORES

Nome
Curso (s)
Contactos
Universidade São Tomás de Moçambique (USTM)
  • Administração de sistemas de informação e redes
  • Auditoria de Sistemas de Informação
  • Desenvolvimento de Software
  • Tecnologias e Sistemas de Informação
  • Computer Science (na BUSINESS SCHOOL - UBS)

Av. Ahmed Sekou Touré, 690- Maputo
Telefone: (21) 304946
Website:  http://www.ustm.ac.mz/
Universidade Católica de Moçambique (UCM)
Tecnologias da Informação
Rua Marques de Soveral, 960- Beira. | Telefone:  (23) 313077
Website:  http://www.ucm.ac.mz/
Universidade Técnica de Moçambique (UDM)
Engenharia e Gestão de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC's)
Av. Alberto Lithuli, 438 – Maputo
Telefone: (26) 215919
Website:  http://www.udm.ac.mz/
Instituto Superior de Ciências e Tecnologias de Moçambique (ISCTEM)
Engenharia Informática

Rua 1394 - Zona da Facim – Maputo
Telefone: (21) 312014/5
Website: http://www.isctem.ac.mz/
Instituto Superior de Transportes e Comunicações (ISUTC)
Engenharia Informática e de Telecomunicações
Prolong. Av. Kim Il Sung, Edif. D1 Sommerschield
Caixa Postal 2088 – Maputo
Telefone: 21 48 87 95/6
Website: http://www.transcom.co.mz/isutc/
Instituto Superior Politécnico e Universitário (ISPU)
  • Informática de Gestão
  • Engenharias em Informática e Telecomunicações

Av. Paulo S. Kankhomba, 1170
Telefone: (21) 314226/9
Website: http://www.apolitecnica.ac.mz/
Instituto Superior de Ciência e Tecnologia Alberto Chipande (ISCTAC)
Engenharia de Computadores e Sistemas

Av Maguiguana 1113 2º-MAPUTO
Telefone:  21 320 794
Website: https://www.isctac.org/
Universidade Wutivi (UniTiva)
  • Informática de Gestão
  • Sistemas e Redes Computacionais
Maputo Provincia, Boane
Telefone: 21 77 71 60
Website: ttp://www.unitiva.ac.mz/
Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique (ISCIM)
  • Informática de Gestão
  • Informática de Sistemas

  • Rua Irmãos Roby, Nº 224-  Maputo- Tel: 21 40 56 64
  • Bairro da Ontupaia – Nacala- Tel: 21 40 56 64 Website: http://iscim.ac.mz/

INSTITUIÇÕES MÉDIAS

Nome
Curso (s)
Contactos
Instituto de Transporte e Comunicação de Moçambique (ITC)
  • Curso Médio de Técnico de Sistemas Informáticos
  • Curso Médio de Técnico de Sistemas Electromecânicos
  • Curso Médio de Técnico de Sistemas Electromecânicos

Av. 24 de Julho, Nº 4.707, Caixa Postal 2088- Maputo- Moçambique
Telefone: 21 40 11 10
Website: http://www.transcom.co.mz/itc/
Instituto Médio POlitécnico
Informática
Av. Paulo S. Kankhomba, 1170
Telefone: (21) 314226/9
Website: http://www.apolitecnica.ac.mz/
Instituto Médio Politécnico de Computação e Gestão (IMPCG)
Ciências de Computação
Avenida Eduardo Mondlane 186
Maputo, Moçambique
Telefone: 21 486955
Website: http://www.impcgsisoft.co.mz/
  • Above

  • Técnico de Informática e Segurança Electrónica
  • Técnico de Comunicação e Multimedia

Rua João Carlos Beirão 498
Telefone: +21 420 419
Website: http://www.above.co.mz/
Instituto Técnico de Moçambique (ITM)
  • Informática, Programação e Redes de Computadores
  • Telecomunicações e Sistemas Electrónicos

Av. Albert Lithuli, 1139, R/C Maputo Mocambique
Telefone: 824592606 / 849327555 / 869096087
Website: http://www.itm.ac.mz

Instituto Politécnico de Tecnologia & Empreendedorismo (IPET)
Informática e Telecomunicações
Av. Marien N’gouabi, nº 214| Celular: 822947096/ 841457214

IPET actua também nas cidades: Beira, Tete, Quelimane, Nampula, Pemba e Niassa, mais informações: www.ipet.ac.mz


·         Segundo  a comissão de admissão da UEM  os resultados serão apresentados hoje, dia 30 de Janeiro de 2017, visite o portal, boa sorte!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Será que o futuro do ensino das Tecnologias (TIC’s) é sem professores?


Será que o futuro do ensino das Tecnologias (TIC’s) é sem professores?

Este artigo inicia com uma pergunta bastante polémica a respeito do ensino das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) no mundo, área da ciência onde vigora a investigação e vezes sem conta esse, associado a partilha de conhecimentos, tem sido o método-chave para o desenvolvimento bastante rápido deste sector. Os críticos desta abordagem devem concordar que o Brainstorming é uma técnica bastante eficaz para o desenvolvimento de uma teoria.

Esta abordagem, criada nos EUA, foi inaugurada no Vale do Silício, no estado da Califórnia, onde funciona um parque de ciências e tecnologias, sede das grandes empresas de tecnologias no mundo. A região é composta por várias cidades do estado da Califórnia, como Palo Alto, Santa Clara, San José, Campbell, Cupertino, Fremont, Los Altos, Los Gatos, Menlo Park, Mountain View, Milpitas, Newark, Redwood City, Saratoga, Sunnyvale e Union City. Dentre as empresas que iniciaram seus negócios e possuem sedes na região, podemos citar, Apple, Facebook, Google, NVidia, Electronic Arts, Symantec, AMD, Ebay, Yahoo!, HP, Intel e Microsoft, além da Adobe e Oracle.

 Nesta Univerdade, denominada 42, alunos de computação não têm livros e nada precisa ser pago; ideia é de milionário francês que aposta em aprendizado colaborativo. O objectivo é receber por ano 1 mil estudantes interessados em programação de computadores e desenvolvimento de software. Durante o curso, os alunos trabalham sempre em grupo e avaliam os trabalhos uns dos outros.

O nome da nova universidade é uma referência à resposta sobre qual seria o sentido da vida segundo o clássico de ficção científica "O Guia do Mochileiro das Galáxias" (The Hitchhiker's Guide to the Galaxy, no original em inglês) de Douglas Adams - criado nos anos 1970 como série de rádio da BBC e transformado em livro, peça de teatro, minissérie de TV, filme longa-metragem, revista em quadrinhos, livro ilustrado e jogo de computador.
Para atingir essa meta, a universidade combina uma forma radical de ensino colaborativo e aprendizagem por projetos. Os dois métodos são bastante populares entre educadores, mas normalmente envolvem a supervisão de professores. Para dizer que os professores não são totalmente desnecessários neste local.



Como funciona a formação?


Os alunos da 42 podem escolher projetos, como criar um website ou um jogo de computador, que seriam executados se eles estivessem trabalhando em uma empresa como desenvolvedores de software.

Para colocar seu projeto de pé, eles usam as fontes gratuitas disponíveis na internet e recebem ajuda dos colegas. Todos trabalham lado a lado, em uma ampla sala, com várias fileiras de computadores. Depois, a avaliação será feita por um outro colega, escolhido aleatoriamente.

Como nos jogos de computador, os estudantes vão avançando no curso em níveis ou fases e competem com um mesmo projeto. Eles se formam ao atingir o nível 21 e isso geralmente leva de três a cinco anos. Ao concluir o curso, recebem um certificado, nada de diploma tradicional.



Será este o fim do aprendizado passivo?


Os criadores da 42 afirmam que esse método de aprendizagem é melhor que o sistema tradicional que, segundo eles, incentiva os estudantes a serem receptores passivos de conhecimento.

"O retorno que temos recebido dos empregadores é que os jovens que formamos são mais preparados para buscar informações por si mesmos, por exemplo, sem precisar perguntar ao supervisor o que devem fazer," diz Brittany Bir, chefe de operações da 42 na Califórnia e ex-aluna no campus de Paris.

O aprendizado colaborativo faz os estudantes desenvolverem a confiança necessária para buscar soluções de forma autônoma, com métodos criativos e engenhosos"", explica.

Ela afirma ainda que quem passou pela 42 é mais capaz de trabalhar em grupo, discutir e defender ideias - qualidades procuradas no mundo real do mercado de trabalho em tecnologia.

"Isso é especialmente importante na área de programação, onde há uma falta de determinadas habilidades humanas," acrescenta. O aprendizado colaborativo não é novidade e já é adotado em várias escolas e universidades, especialmente em áreas como engenharia.

Aliás, historiadores concluíram que, na Grécia antiga, o filósofo Aristóteles tinha na sua escola alunos que eram monitores e ajudavam os colegas. Pesquisas recentes mostram que o aprendizado colaborativo pode fazer o aluno desenvolver um conhecimento mais profundo sobre determinado assunto.

Especialista em educação, o professor Phil Race explica que assuntos difíceis são mais fáceis de entender quando explicados por alguém que os aprendeu sozinho, sem nenhuma ajuda.

Dan Butin, reitor da escola de educação e política social do Merrimack College de Massachusetts, nos EUA, defende que o aprendizado colaborativo e por projetos seja popularizado em colégios e universidades.

O professor Butin diz que esses métodos são "ferramentas de ensino" muito melhores do que palestras, por exemplo, que normalmente não propõem desafios ao raciocínio dos ouvintes.

domingo, 18 de setembro de 2016

8 novidades do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus que você precisa conhecer

8 novidades do iPhone 7 e do iPhone 7 Plus que você precisa conhecer

Actualizado por Alberto Marcos

Todo mundo estava a espera da chegada dos novos iPhones e isso fazia algum tempo, mas somente na quarta-feira (7 de Setembro) a Apple trouxe todas as novidades dos dispositivos. 

Assim como já era esperado, os aparelhos chegam ao mercado com os nomes de iPhone 7 e iPhone 7 Plus. 

Mas ao contrário do que muitos cogitavam, os novos dispositivos chegaram com várias novidades bem interessantes. E é sobre elas que vamos falar agora. 

Está preparado para conhecer o que surgiu de melhor nos iPhones 7 e iPhones 7 Plus? Então confira agora mesmo as novidades que podem fazer com que a Apple consiga repetir seus óptimos números no mercado global.

1. Mudanças no design

De modo geral, os novos iPhones chegam com o mesmo design da edição passada, mas há pequenas diferenças que merecem ser mencionadas. Para começar, existe uma nova cor chamada “Jet Black”, que foi criada exclusivamente para as versões com maior capacidade de armazenamento.
Observando o aparelho é possível notar que as Antenna Bands não estão mais na parte traseira dele. A partir de agora, a Apple levou os recursos para a extremidade superior da carcaça, deixando a tampa traseira mais limpa do que acontecia na geração anterior.

2. Novo botão “Home”

O botão “Home” não chegou a ser modificado esteticamente, mas agora ele se tornou uma ferramenta menos “clicável”.  Ele agora é composto de um material capacitivo, preparado com sensor de pressão e resposta táctil para os usuários, que também podem aproveitar o recurso para utilizar uma série de funcionalidades Force Touch.
Mesmo não sendo clicável, a Apple promete que a resposta “haptic” fará com que a utilização permaneça com a mesma qualidade de interacção que víamos anteriormente. Importante dizer que os recursos de Touch ID continuam funcionando da mesma maneira que já estávamos acostumados a ver.

3. Agora à prova d’água

Agora, os iPhones também trazem resistência à água e à poeira, tendo certificação IP67. Isso significa que os aparelhos agora se mostram muito menos frágeis do que as gerações anteriores. Eles não podem ser mergulhados e usados em piscinas, mas resistem à queda na água e também podem ser usados na chuva, por exemplo.

4. As grandes mudanças nas câmeras

Apesar de manter os sensores com resolução máxima de 12 megapixels, as duas versões dos novos iPhones receberam atualizações. Para começar, os dois ganharam um novo processador com 60% mais velocidade e 30% mais eficiência, que é capaz de capturar imagens em 25 milissegundos.
No iPhone 7, o destaque fica na chegada da estabilização óptica, que antes era exclusiva dos Plus. E por falar no Plus, é lá que estão as grandes novidades. O dispositivo conta com um sistema de lentes duplas, que promete mais qualidade na captação de luz, zoom óptico e criação de efeitos de profundidade de campo.

5. Tela mais viva

Nesta nova geração, as telas permanecem com os mesmos tamanhos e resoluções. A diferença fica na exibição de cores, pois agora há um aumento na gama delas. Também há melhorias no brilho dos smartphones, representando 25% mais luminosidade. Nessa soma, a Apple promete trazer uma tela muito mais viva para todos os consumidores.

6. Adeus auriculares comuns

Como já era cogitado há tempos, os novos iPhones não trazem conectores de fones de ouvido com 3,5 milímetros. Agora, os aparelhos são equipados apenas com conectores Lightning e para usar os fones tradicionais é necessário conectar um adaptador ao iPhone — lembrando que esses adaptadores fazem parte do kit dos iPhones 7.

7. Novo hardware

Para os iPhones 7 e 7 Plus, a Apple investiu na utilização dos processadores A10 Fusion. Eles contam com quatro núcleos de processamento, sendo dois de alto desempenho e dois designados às funções de alta eficiência — utilizando apenas 20% da energia total. De acordo com a fabricante, há 40% mais poder de processamento central e 50% mais poder de processamento gráfico do que os vistos na geração anterior.
Vale dizer que a Apple também investiu em novidades para as baterias. Apesar de não revelar números relacionados à carga, a empresa de Cupertino revela que os novos aparelhos possuem autonomia maior do que a vista na geração 6s. Isso significa que os iPhones 7 trazem 12 horas de autonomia em 4G e os iPhones 7 Plus trazem 13 horas de autonomia nessas redes.

8. Armazenamento extra

Assim como grande parte da imprensa já esperava, os iPhones 7 e iPhones 7 Plus não vão mais contar com uma versão de 16 GB — sendo que a opção de entrada se torna a que traz 32 GB. Também foi extinta a versão de 64 GB, sendo que a versão mid passa a ser a de 128 GB. Por outro lado, há uma nova opção de alto desempenho com 256 GB para o armazenamento de dados no iPhone 7 Plus. O iPhone 7 permanece com opções de 32 GB, 64 GB ou 128 GB.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Os cartões microSD podem estar com os dias contados

Os cartões de memória microSD podem estar com os dias contados



Actualizado por Alberto Marcos

A Samsung revelou na passada quinta-feira, 7, o primeiro cartão removível do mundo a usar o padrão Universal Flash Store (UFS). Essa tecnologia permite o desenvolvimento de cartões até cinco vezes mais rápidos do que os existentes no mercado, atingindo até 530 MB/s em leitura sequencial e 170 MB/s em escrita.

Na prática, isso significa transferir um filme de 5 GB em full HD em apenas 10 segundos para um dispositivo de memória removível e usando mesma experiência para fazer transferências de musicas de 10mb, esse processo não seria notório, pois o mesmo decorreria em milésimo de segundos. Com esse anúncio, a Samsung parece ter feito questão de decretar a morte dos cartões microSD convencionais, que usamos nos nossos smartphones, tablets e câmeras actualmente.

Afinal, o problema não é de espaço de armazenamento. Os novos cartões UFS da Samsung vêm em quatro versões: 32GB, 64GB, 128GB e 256GB. Já um microSD vendido hoje no mercado vem com esses mesmos números, sendo que alguns até passam dos 500GB. A limitação da tecnologia usada no momento tem a ver com velocidade.

Um aplicativo instalado na memória interna do seu celular, por exemplo, abre muito mais rapidamente do que um instalado na memória extra. Isso acontece porque esses dispositivos já vem com tecnologia mais avançada de armazenamento, e que podem tirar proveito da arquitectura do hardware. Cartões de memória, do tipo que você pode remover a qualquer hora do aparelho, nunca puderam ser tão rápidos.


Capaz de colocar a velocidade de um SSD de computador dentro de um celular, o padrão UFS tem tudo para substituir os microSDs. A dúvida, porém, é: quando isso vai acontecer? No momento, apenas a Samsung fabrica esse tipo de cartão, sendo que a empresa ainda nem sequer anunciou os preços e datas de lançamento da nova linha.

O desenho do cartão também deixa claro que ele não vai entrar no actual slot para microSD fabricados nos smartphones comuns, exigindo uma entrada adaptada às suas pontas e medidas. É provável que a Samsung seja a primeira a lançar dispositivos com suporte ao novo formato, mas quanto tempo vai demorar para que outras fabricantes façam o mesmo?

O obstáculo da compatibilidade não está só diante das fabricantes de celulares e câmeras, mas também diante das desenvolvedores de processadores e de software: como fazer um chip da Qualcomm e o Android entenderem a arquitetura de um cartão UFS? Tudo isso pode ser superado se a indústria entrar de cabeça nesse novo formato. Só resta saber quanto tempo isso vai levar para acontecer.

Facebook inaugura laboratório de hardware onde nem Zuckerberg pode entrar

Facebook inaugura laboratório de hardware onde nem o dono pode entrar


Actualizado por Alberto Marcos

O Facebook quer ser mais do que uma empresa por trás de aplicativos e páginas da internet para ser reconhecido também como uma fabricante de hardware. Pensando nisso, a companhia inaugurou nesta semana um laboratório especializado na construção de novos dispositivos dentro da sua sede nos EUA.

Trata-se da Área 404, uma referência ao famoso erro de HTTP que reporta "página não encontrada" no navegador. Até hoje, o Facebook focou seus investimentos em hardware em poucos projectos, como o drone de internet Aquila, câmeras de 360 graus para realidade virtual e uma rede de internet pública de alta velocidade (apenas um protótipo, na verdade).

A Área 404 ocupa um espaço de mais de 2 mil metros quadrados e é dividida em diferentes salões. Em um dos mais protegidos, chamado de "Como as coisas são feitas", apenas 10 funcionários do Facebook podem entrar usando um cartão de acesso exclusivo. Por questões de segurança, nem mesmo o fundador e presidente da empresa, Mark Zuckerberg, pode entrar.



A principal "atracção" da sala de segurança máxima é um cortador a jacto d'água usado para delinear e recortar os mais diversos materiais, incluindo placas de metal. A máquina dispara um fino jacto de água a 60.000 PSI, um nível de pressão tão alto que pode perfurar aço, alumínio, madeira, vidro e diversos outros materiais.


Com essa máquina, que pesa mais de 30 toneladas, os engenheiros do Facebook podem produzir os cases de armazenamento dos seus servidores, por exemplo, em vez de fazer o pedido com uma empresa externa. Um processo que antes durava meses, agora deve durar apenas dias. A maioria das salas da Área 404, aliás, é repleta de ferramentas e maquinário para produzir o hardware que será usado pelo próprio Facebook, e não para produtos a serem vendidos no mercado.

O espaço conta ainda com equipamentos de serralheria e diversas impressoras 3D. Funcionários também podem aproveitar a Área 404 para desenhar e produzir objectos pessoais, como porta-trecos ou outros projectos particulares em seu tempo livre. O Facebook destaca também que a ideia por trás da Área 404 é fabricar apenas protótipos, e não iniciar a produção em massa do que quer que seja. Essa etapa ainda será delegada a uma fábrica contratada

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Roboglove



Conheça o Roboglove!


A GM e a NASA acabam de lançar uma tecnologia extremamente promissora que deve ser de enorme ajuda para mecânicos e outros profissionais que executam trabalhos manuais que podem gerar uma grande fadiga física. Trata-se da RoboGlove, um tipo de luva biônica feita para aumentar a força da pressão exercida por sua mão e que, por sua vez, permite segurar enormes quantidades de peso com maior facilidade.
Segundo o anúncio oficial feito pelas empresas, a luva consiste em um “exoesqueleto mole”, que usa uma série de actuadores e tendões(Tecido constituído por fibras através do qual o músculo se une ao osso. (Etm. do latim: tendo.inis)) artificiais para reforçar as acções de sua mão ao imitar nossos músculos. É importante notar que a ideia aqui não é dar “superforça” para que o funcionário levante enormes quantidades de peso, mas sim facilitar a tarefa de manusear objectos especialmente pesados por um longo período de tempo.


A tecnologia é fruto de um esforço conjunto de nove anos entre a GM e a NASA. Agora, felizmente, a RoboGlove está finalmente pronta para entrar em acção, sendo licenciada oficialmente pela companhia sueca Bioservo Tecnhnologies – que tem planos de torná-la ainda melhor com a adição de sua tecnologia Soft Extra Muscle, que deve aumentar a força da luva.

Os possíveis usos para uma tecnologia dessa são enormes, é claro, e não devem se limitar apenas a ajudar no dia a dia de mecânicos e trabalhadores de fábricas (embora inicialmente chegue apenas a esse público). A RoboGlove tem enorme potencial para a reabilitação de pacientes, por exemplo, podendo ajudá-los a reaprender movimentos e realizar ações simples.



Não espere vê-las em uso tão cedo, contudo. De início, essa luva será testada em algumas usinas norte-americanas, para só então ser adaptada para diferentes tamanhos de mão e ser disponibilizada em maior escala.



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Exoesqueleto que restaura os movimentos das pernas

Exoesqueleto que restaura os movimentos das pernas

            Por: Alberto Marcos

Pessoas que perderam os movimentos das pernas estão prestes a ter uma segunda chance a partir de uma promissora parceria entre a Intel e a empresa de robótica Cyberdyne. Sob o nome de “Assistente de Vida Híbrido”, o exoesqueleto HAL difere substancialmente do personagem retratado por Stanley Kubrick em “2001: Uma Odisseia no Espaço”: encaixado ao quadril, o mecanismo pode tanto auxiliar o paciente em exercício de fisioterapia quanto, quiçá, fazê-lo caminhar novamente.

O funcionamento da mais recente versão do protótipo se baseia em sinais bioelétricos (ou BES, na sigla em inglês), que podem ser detectados a partir da pele. A interpretação dos impulsos seria feita em tempo real por meio dos sensores acoplados ao HAL, que poderiam até mesmo prever de modo inteligente o movimento desejado.

O futuro bate à porta

Apesar de existir há pelo menos uma década, o exoesqueleto poderá ser disponibilizado ao público somente a partir dos próximos anos. A falta de uma data exacta para o lançamento pode estar relacionada a certas limitações, uma vez que somente pessoas com até 86 quilos podem ser suportadas e o tempo de uso das pernas se estende de 60 a 90 minutos, dependendo do tipo de actividade executada.


Modelos capazes de restaurar todos os movimentos do corpo também deverão ser lançados

Outros modelos, como uma versão para servir de apoio aos membros inferiores e capazes de funcionar por até duas horas também estão sendo introduzidos pela Cyberdyne. Um traje dedicado à restauração de todos os movimentos do corpo deverá, ainda, ser lançado, mas detalhes quanto ao preço e à produção dos exoesqueletos alternativos ainda não vieram à tona.

· FONTE(S): WCCFTECH/OMAR SOHAIL

· IMAGEN(S): YOUTUBE/INTEL

domingo, 3 de julho de 2016

Agora você pode criar a sua história com o Facebook Slideshow



Facebook está a anunciar um novo recurso chamado Slideshow. Nele, as pessoas vão poder contar suas histórias de outra forma na rede social, já que será possível combinar fotos e vídeos, incluir uma trilha sonora e compartilhar diversos momentos no seu feed de notícias.


Com origem no aplicativo Moments e sendo testado em diversos países desde dezembro do ano passado, o Slideshow chega primeiro para dispositivos iOS, por meio do aplicativo do Facebook. Todos os utilizadores da rede social poderão experimentar o novo recurso nos próximos dias.

Veja o vídeo para conhecer melhor a ferramenta.




Como usar?


O Facebook também explicou de maneira simples como você pode usar o Slideshow. Acompanhe:
  • Se você capturou mais de 5 fotos ou vídeos nas últimas 24 horas, o Facebook irá gerar uma sugestão de vídeo.
  • Você poderá optar por editar o conteúdo, adicionando e removendo novas imagens e vídeos, mudando o tema (visual e trilha sonora), adicionando um título e marcando os amigos.
  • O Facebook também te dará a opção de experimentar o recurso quando um slideshow aparecer no seu Feed de Notícias.

FONTE(S): JOSH CONSTINE
Clica para Subir!